quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil

O Brasil tem grande índice de analfabetismo, sendo milhões deles  acima de 15 anos de idade.

        Muitos estudantes abandonam a escola, pois não acreditam em si mesmos, não tem motivação e, assim, ficam convencidos de que não adianta estudar. Outra parcela da população não dá continuidade aos estudos por experiências vivenciadas na sala de aula, como exposição diante dos colegas e humilhações. Essa realidade é causada por modelos de educação antigos, sem melhoramentos.
        Muitos acham que os menos favorecidos não tem condições de aprender, mas todos devem ser atendidos e a escola deve manter uma educação diversificada, valorizando as habilidades de cada um.
        Não é só no Brasil que encontramos uma grande taxa de analfabetismo. Segundo documento publicado pela ONU, dez países correspondem 72% da população mundial de analfabetos, entre eles Brasil, Índia, China, Etiópia, entre outros.
        No nosso país, a taxa de analfabetismo ocorre mais em cidadãos acima de 15 anos e corresponde a  8,6% da população, ou seja,  12,9 milhões de brasileiros analfabetos. O Brasil é o oitavo país com maior taxa de analfabetismo.

Ranking dos países com maior porcentagem de analfabetismo.




        
Há três tipos de analfabetismo: o analfabeto, que é a pessoa que não sabe ler nem escrever; o analfabeto funcional, que é uma pessoa que sabe ler e escrever coisas simples, mas não tem habilidades de escrita, leitura e cálculo para a vida cotidiana e no trabalho e ainda o novo conceito de analfabetismo virtual, que são pessoas que não sabem usar novas tecnologias, como a internet.
Há países em que foram criadas leis para os analfabetos e permitem que outras pessoas assinem  testamento de analfabetas, desde que não se beneficiem.
Atualmente, há vários programas de televisão voltados para a alfabetização na tentativa de minimizar o problema atingindo populações mais afastadas.


                Isabela Novelli Maciel 175

O Brasil e o analfabetismo

Mais uma reportagem sobre o analfabetismo no Brasil, produzida pelos alunos do 7.ºano.



                                          O Brasil e o analfabetismo

Pesquisas mostram que o Brasil possui uma grande quantidade de adultos analfabetos. Mas temos esperança.

Por que há tantos analfabetos no Brasil? O que pretendem fazer para melhorar essa situação?  Que problemas o analfabeto enfrenta no seu  dia-a-dia? O que é ser analfabeto?
O analfabeto, em geral, é aquele que não sabe ler ou escrever, mas também é aquele que sabe ler e interpretar aquilo que leu. Essas pessoas, durante sua vida, acabam enfrentando vários problemas como desemprego e isolamento.
Normalmente  um analfabeto é ”desligado” do mundo, pois não sabe utilizar um dos principais recursos usados pelas pessoas: ler e escrever, e isso faz  parecer que eles não possuem uma ideia de nossa realidade.




Segundo dados de uma pesquisa feita pela Unesco, em 150 países, o Brasil está em oitavo lugar entre aqueles com maior número de analfabetos do mundo,  isso corresponde a quase 14 milhões de pessoas, sendo 64%  mulheres.

A declaração de Dacar “educação para todos”, feito pela cúpula mundial da educação em 2000 e que compõe os objetivos do relatório da Unesco, afirma que ”Os países deveriam reduzir o analfabetismo em pelo menos 50% até 2015”. Mas há dúvidas sobre o alcance desse objetivo, pois nas escolas, os modelos de educação não possuem inovações, o que faz diminuir a criatividade das pessoas, gerando uma insegurança e insatisfação pessoal que leva a criança, ou o adolescente querer parar de estudar.
Para tentar diminuir esse número, precisamos de mais atrativos nas aulas e de treinamentos adequados para os professores. Devemos garantir vagas nas escolas públicas para mais crianças de 4 a 5 anos até 2016,  isso também ajudaria no progresso da nação.
A educação deveria ser prioridade no Brasil, pois é a base de todo cidadão de bem,
Veronica Rocha Duval - 175

Analfabetismo no Brasil

Reportagem produzida nas aulas de Oficina de Redação, a partir dos estudos feitos sobre o analfabetismo no Brasil. 

Isso não é brincadeira, é coisa séria!

O analfabetismo é uma preocupação mundial e os índices são alarmantes!

Você sabe o que é analfabetismo? Há muitos analfabetos no Brasil? Em que outros países isso ocorre?







O analfabetismo não se resume somente a  pessoa que não sabe  ler e escrever, mas também àqueles que não sabem interpretar e calcular. O índice, no Brasil,  é enorme e atinge milhões de adolescentes com mais de 15 anos.

A parcela da sociedade que sofre mais são as menos favorecidas, porque não têm condições financeiras de bancar os estudos e porque os jovens começam a trabalhar muito cedo. Infelizmente isso ocorre no mundo inteiro com números mais alarmantes na Índia, China, Paquistão e Bangladesh e no Brasil, ocupando o  8º lugar.
Segundo pesquisas do Ministério da Educação, no Brasil são 16 milhões de analfabetos incluindo pessoas que não conseguem sequer escrever um bilhete.
 Já os que não chegam a concluir a 4ª série do ensino fundamental I, somam 33 milhões, concentrados em 50% no norte e nordeste do país.”
Nosso país precisa se mobilizar e erradicar essa situação o quanto antes.

Amanda Papo, Fernanda Goitia e Rafaella Frota- 171.

A importância das manifestações


A importância das manifestações políticas. Uma leitura reflexiva!

O Poder de manifestar-se

                                                  Professor Lucas

Muitas pesquisas demonstram certa desmotivação dos jovens e da população, em geral, sobre o rumo político, social e econômico de nosso país. Sendo assim, nosso desafio, para um sistema realmente democrático, é a participação ativa dos cidadãos nas transformações do meio em que vivemos.
Para que essa participação seja efetiva, é necessário que cada indivíduo saiba o que é cidadania. O ser humano aprende a ser cidadão nas relações e no contato com o meio em que vive, por isso, tudo o que irá acontecer nesse momento tem uma explicação essencial, que é o desenvolvimento de pessoas críticas e que entendam a necessidade da própria participação a fim de analisar, propor e transformar!
Nosso futuro não está pronto! Ele será construído por meio das escolhas individuais e coletivas que determinamos ao longo da vida. Se acreditarmos que o futuro político é indiferente a nós, seremos fatalmente manipulados e conduzidos pelo mesmo sistema, afinal, como diz Aristóteles: “O homem é um animal Político!”
Por isso, ao nos manifestarmos de forma pacífica e organizada, exercemos um direito democrático e ninguém pode cercear, coagir ou impedir nossa voz de ser ouvida, anunciando a necessidade de transformação. Uma manifestação séria parte de uma análise crítica e traz à tona o que se acredita sobre a realidade. É olhar o que está ruim e denunciar. Somos os principais vigias de tudo o que acontece de errado no nosso país!

A cidade é nossa, o Estado é nosso e o país também, por isso, somos responsáveis pelo rumo que esta Nação terá. Não podemos deixar que alguns tomem as decisões e que tudo nos seja imposto. Somos brasileiros e queremos que o mundo escute a nossa voz.

O homem: um animal político

Um pouquinho de Filosofia...


O conceito de animal político em Aristóteles
Aristóteles observa que o homem é um ser que necessita de coisas e dos outros, sendo, por isso, um ser carente e imperfeito, buscando a comunidade para alcançar a completude. E a partir disso, ele deduz que o homem é naturalmente político. Além disso, para Aristóteles, quem vive fora da comunidade organizada (cidade ou Pólis) ou é um ser degradado ou um ser sobre-humano (divino).
Conforme Aristóteles, o conceito de cidadão varia de acordo com o tipo de governo. Isso porque o cidadão é aquele que participa ativamente da elaboração e execução das leis, sendo estas elaboradas pelo rei (monarquia), por poucos (oligarquia) ou por todos os cidadãos livres (democracia). No entanto, nem todos os que moram na cidade são cidadãos. Aristóteles diferencia habitante de cidadão, pois aqueles apenas moram na cidade, não participam dela, enquanto que esses dos que realmente pensam sobre ela tem o direito de deliberar e votar as leis que conservam e salvam o Estado. Dito de outro modo, cidadão é aquele que tem o poder executivo, legislativo e judiciário. Os velhos e as crianças não são realmente cidadãos. Os velhos pela idade estão isentos de qualquer serviço e as crianças não têm idade ainda para exercer as funções cívicas.
Seguindo a etiologia estabelecida em sua metafísica, Aristóteles concebe, também, as quatro causas que determinam uma comunidade. Estas são agrupamentos de homens unidos por um fim comum, relacionando-se pela amizade e justiça, isto é, por um vínculo afetivo. São características da comunidade:
- Causa Material: Lares, vilarejos, etc. É a partir de onde nasce a cidade;
- Causa Formal: O regime ou a Constituição que ordena a relação entre suas partes, dando forma a ela;
- Causa Eficiente: Desenvolvimento natural. Para Aristóteles a cidade é um ser natural, um organismo vivo;
- Causa Final: A finalidade da cidade é a Felicidade, ou seja, alcançar o bem soberano.
Para Aristóteles, “toda comunidade visa um bem”. O bem de que se trata aqui é na verdade um fim determinado. Não se refere ao bem correto, universal, mas a todo ato que tem como finalidade um certo bem. Sendo assim, toda comunidade tem um fim como meta, uma vantagem que deve ser aquela principal e que contém em si todas as outras. Portanto, a maior vantagem possível é o bem soberano.
A comunidade política, afirma Aristóteles, é aquela que é soberana entre todas e inclui todas as outras (Política, 1252 a3-5). Isto significa que a comunidade política é a cidade, que inclui todas as outras formas de comunidade (lares e vilarejos) que a compõe. A cidade é o último grau de comunidade. Além disso, a cidade é soberana dentre todas as comunidades e visa o bem soberano, existindo, portanto, uma analogia.
O fim de cada coisa é justamente a sua natureza, assim como o todo é anterior às partes. Dessa forma, além da comunidade política ser a natureza de todas as outras comunidades, ela é lógica e ontologicamente anterior a estas. Por isso ela deve prevalecer sobre as outras partes. Do mesmo modo, o cidadão é aquele que, por deliberar e criar leis, é um homem melhor do que os outros que não participam do governo, diferenciando, naturalmente os homens entre senhores e escravos.
Portanto, o animal político ou cidadão é o homem livre que goza de direitos naturais por sua competência em comandar, enquanto que aos homens dotados apenas de robustez física e pouco intelecto são aptos para obedecer, e essa analogia se estende a relação entre a soberania da cidade e as comunidades que participam dela com seus fins específicos. A cidade é soberana porque visa o bem comum, soberano. O homem livre é soberano porque é senhor de si.
Por João Francisco P. Cabral
Colaborador Brasil Escola
Mestrando em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

Os Movimentos Sociais

Pensando na manifestação que será feita durante a Mostra Cultural, estudamos um pouco da origem desses movimentos sociais na história de nosso país.

Os Movimentos Sociais

Movimentos sociais - resumo

O que é? – O conceito de movimento social se refere à ação coletiva de um grupo organizado que tem como objetivo alcançar mudanças sociais por meio do embate político, dentro de uma determinada sociedade e de um contexto específico. Fazem parte dos movimentos sociais, os movimentos populares, sindicais e as organizações não governamentais (ONGs).

Brasil – Os movimentos sociais brasileiros ganharam mais importância a partir da década de 1960, quando surgiram os primeiros movimentos de luta contra a política vigente, ou seja, a população insatisfeita com as transformações ocorridas tanto no campo econômico e social. Mas, antes, na década de 1950, os movimentos nos espaços rural e urbano adquiriram visibilidade.

Os principais movimentos sociais no Brasil – As ações coletivas mais conhecidas no Brasil são o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MSTS) e os movimentos em defesa dos índios, negros e das mulheres.http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/atualidades/movimentos-sociais-resumo-675966.shtml

Os Movimentos Sociais na História
1. Revolta do Vintém foi um protesto que ocorreu entre 1879 e 1880 nas ruas do Rio de Janeiro, capital do império brasileiro, contra a cobrança de vinte réis, ou seja, um vintém, nas passagens dos bondes. Este aumento foi instituído pelo ministro da fazenda Afonso Celso de Assis Figueiredo, o futuro Visconde de Ouro preto. O protesto mobilizou em torno de 5 mil pessoas. Aos gritos de “fora o vintém!”, a população espancou os condutores, esfaqueou os burros, virou os bondes e arrancou os trilhos ao longo da Rua Uruguaiana. A estatística de feridos e mortos não é precisa, estima-se entre 15 a 20 feridos e entre 3 a 10 mortos. O ministério, desgastado foi substituído e o novo ministério revogou o aumento de preço.

2. Greve da Meia Passagem foi uma greve estudantil que ocorreu em 1979, em São Luís (Maranhão) visando a adoção de meia passagem para estudantes. O início da greve ocorreu quando o então prefeito da cidade, Mauro Fecury, apresentou a proposta de um terceiro aumento consecutivo da passagem em apenas um ano. Na ocasião, estudantes da Universidade Federal do Maranhão entraram em greve e foram reprimidos ao sair em passeata para o centro da cidade. A greve foi marcada por forte repressão policial às passeatas e assembleias, mas apesar disso conseguiu a adoção de outros estudantes e setores da sociedade.

3. Revolta do Buzu é o nome de um documentário de Carlos Pronzato, inspirado em revolta popular que ocorreu em Salvador (Bahia), em 2003. Na ocasião, milhares de jovens, estudantes e trabalhadores fecharam as vias públicas, protestando contra o aumento das tarifas em transportes coletivos na cidade. Durante 10 dias, a cidade ficou paralisada. As mobilizações tiveram fim quando entidades estudantis, como a UNE e UJS, colocaram-se como líderes das mobilizações e tentaram uma negociação na prefeitura. No entanto, a principal reivindicação dos manifestantes – a diminuição do preço da passagem – não foi atendida e o aumento continuou em vigor.

4. Revolta da Catraca foi o nome atribuído a uma mobilização na cidade de Florianópolis (Santa Catarina) contra o aumento das tarifas de ônibus urbanos. A manifestação fechou o acesso à cidade, nos anos de 2004 e 2005. O movimento desestabilizou os políticos da capital catarinense e até hoje é citado em movimentos grevistas. Na ocasião, o estudante Marcelo Pomar, militante do Movimento Passe Livre – que levanta a bandeira da tarifa zero em transportes coletivos – foi preso e acusado de liderar a revolta. Até hoje ele está sendo processo pelo Tribunal de Justiça, sob acusação de incitar linchamentos.

5. A recente mobilização, por enquanto chamada de Revolta dos Vinte Centavos, iniciou com a declaração do aumento em R$ 0,20 no preço da passagem de ônibus na cidade de São Paulo e ficou marcada pela truculência policial nos primeiros dias de manifestações. Em pouco tempo, as manifestações atingiram outras cidades brasileiras, inclusive com apoio em cidades estrangeiras, como Londres e Paris. Ainda é cedo para compreender as motivações dos protestos, mas algumas pessoas associam-nas com os altos custos da Copa do Mundo, a corrupção que corrói as instituições políticas, econômicas e sociais no país, a impunidade, dentre outros motivos. De qualquer forma, os manifestantes insistem em dizer que “não é apenas por causa de R$ 0,20″.

Links para pesquisa

 A Função dos Políticos

Vamos Pesquisar?
Agora que já conhecemos um pouco sobre a história da política do nosso país e sobre o seu funcionamento, é importante destacar a função de cada cargo político. Para isso, aqui vão algumas dicas de sites para realizar essa pesquisa: